Como Cuidar Alecrim
Como cuidar do alecrim, passo a passo
O alecrim (Salvia rosmarinus) é uma aromática mediterrânica muito resistente: com muito sol, pouca água e um solo pobre e drenante cresce saudável e aromático quase sem cuidados. Na Pur Plant trabalhamos com ele em planta, e é também uma das aromáticas pet friendly e culinárias mais apreciadas.
Para casas com animais de estimação: o alecrim não é tóxico para cães e gatos; é uma planta culinária e medicinal totalmente segura em quantidades normais.
O alecrim precisa de sol ou sombra?
Sol, quanto mais melhor. Precisa de pelo menos 6 horas de sol direto por dia. Na sombra ou com pouca luz perde aroma, espiga e adoece com mais facilidade. É uma planta de pleno sol: o seu lugar é a varanda, o terraço ou o jardim.
Com que frequência se rega o alecrim?
Muito pouco. Odeia o excesso de água: deixa o substrato secar completamente antes de voltar a regar. Por norma, uma vez por semana no verão e muito ocasionalmente no inverno costuma ser suficiente. É melhor ficar aquém do que exceder: o encharcamento apodrece a raiz.
Que substrato precisa o alecrim?
Um leve, pobre e muito drenante. Não quer solos ricos nem que retenham humidade: prefere uma mistura solta com areia ou perlita. O nosso substrato drenante de exterior evita o encharcamento, o seu principal inimigo.
Como se aduba o alecrim?
Pouco e orgânico. É uma planta de solo pobre, por isso quase não precisa de adubo; um aporte suave de húmus de minhoca na primavera-verão é mais do que suficiente, reforçado, se for caso disso, com um adubo em pellets de libertação lenta. Sendo culinário, evita fertilizantes químicos e o excesso de azoto, que lhe retira aroma.
O alecrim é tóxico para cães e gatos?
Não. O alecrim é considerado não tóxico e seguro para cães e gatos; de facto é uma aromática culinária e medicinal. É uma excelente opção pet friendly para casas com animais de estimação.
Como se poda o alecrim?
Muito fácil, com tesouras limpas e afiadas: corta por cima dos nós para estimular novos rebentos. Não podes no inverno nem cortes mais de um terço da planta de uma vez. Uma poda leve e regular mantém-no compacto, frondoso e aromático.
Como e quando se transplanta o alecrim?
Melhor no início da primavera, quando começa o seu crescimento. Passa-o para um vaso um pouco maior e com furos de drenagem, usa um substrato solto e drenante, rega após o transplante e deixa-o adaptar-se alguns dias. Lembra-te: prefere solo pobre e seco do que um rico e húmido.
Que pragas afetam o alecrim?
Tem poucas, mas em ambiente seco ou má ventilação podem aparecer aranha vermelha, pulgão ou cochonilha. Revisa o verso das folhas e trata-o preventivamente com sabão potássico ou óleo de neem. Ao ar livre e bem ventilado, quase não dá problemas.
Pode-se ter alecrim em interior ou em vaso?
Sim, desde que receba muita luz: coloca-o junto à janela mais ensolarada. Em vaso, usa um pote com furos de drenagem e substrato leve, e não o deixes com as raízes encharcadas. Sem sol suficiente enfraquece e perde aroma.
Pode-se usar o alecrim na cozinha?
Sim, é uma aromática culinária e medicinal clássica: aromatiza carnes, assados, guisados e óleos, e usa-se em infusão. Se o fores consumir, cultiva-o com substrato e adubo orgânicos e colhe preferencialmente os rebentos tenros.
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